Incontinência urinária: tipos, diagnóstico e tratamento

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Dra Giulia Cerutti

Médica ginecologista

O que é incontinência urinária?

A incontinência urinária é a perda involuntária de urina, que pode variar desde pequenos escapes ocasionais até perdas mais frequentes e em maior quantidade.

É uma condição muito comum, principalmente entre as mulheres, e sua frequência aumenta com a idade. No entanto, incontinência urinária não é uma consequência normal do envelhecimento e também pode acontecer em mulheres jovens.

Existem diferentes tipos de incontinência urinária. Na incontinência urinária de esforço, a perda acontece ao tossir, espirrar, rir, correr ou fazer alguma atividade física. Já na incontinência urinária de urgência, a mulher sente uma vontade súbita e intensa de urinar e pode não conseguir chegar ao banheiro a tempo.

Apesar de não representar, na maioria das vezes, um problema grave de saúde, a perda de urina pode causar constrangimento, limitar atividades físicas e sociais e prejudicar a qualidade de vida.

A boa notícia é que a incontinência urinária tem tratamento, e a escolha da melhor opção depende principalmente do tipo de incontinência e das características de cada paciente.

Qual médico trata a incontinência urinária?

A incontinência urinária pode ser tratada pelo ginecologista ou urologista. Esses profissionais podem identificar o tipo de incontinência e indicar o tratamento mais adequado para cada paciente.

A Dra. Giulia Cerutti é médica ginecologista com experiência em cirurgias ginecológicas e vaginais, incluindo procedimentos utilizados no tratamento da incontinência urinária de esforço.

Durante a consulta, é realizada uma avaliação individualizada para entender como ocorre a perda de urina, identificar possíveis fatores associados e definir a melhor estratégia de tratamento. Dependendo do caso, as opções podem incluir mudanças de hábitos, fisioterapia do assoalho pélvico, medicamentos ou tratamento cirúrgico, como a cirurgia de sling.

A Dra. Giulia atende em consultório particular no bairro da Consolação, em São Paulo (SP).

Veja alguns depoimentos de pacientes da Dra. Giulia:

Como a bexiga controla a urina?

A bexiga é um órgão oco e elástico que funciona como um reservatório. A urina é produzida pelos rins e transportada até a bexiga por dois pequenos canais chamados ureteres.

A parede da bexiga contém um músculo chamado detrusor. Enquanto a bexiga está enchendo, esse músculo permanece relaxado. No momento de urinar, o detrusor se contrai e ajuda a expulsar a urina.

Para sair da bexiga, a urina passa pela uretra, que é o canal responsável por conduzi-la para fora do corpo.

Enquanto estamos armazenando urina, a uretra permanece fechada graças à ação conjunta do esfíncter uretral, dos músculos e tecidos do assoalho pélvico e de outras estruturas responsáveis pela sua sustentação.

No momento de urinar, ocorre justamente o contrário: a uretra relaxa enquanto a bexiga se contrai, permitindo a saída da urina.

Quando algum desses mecanismos deixa de funcionar adequadamente, pode ocorrer a perda involuntária de urina. Dependendo do mecanismo afetado, surgem diferentes tipos de incontinência urinária.

incontinencia
A urina fica armazenada na bexiga, que é envolvida pelo músculo detrusor. Para ser eliminada, a urina passa pela uretra, que é envolvida pelos músculos do assoalho pélvico.

Quais são os tipos de incontinência urinária?

Existem diferentes tipos de incontinência urinária, que apresentam causas, sintomas e tratamentos diferentes. Identificar qual tipo de perda urinária a mulher apresenta é fundamental para escolher o tratamento adequado.

O que é incontinência urinária de esforço?

A incontinência urinária de esforço é a perda involuntária de urina que acontece quando a mulher tosse, espirra, ri, corre, pula ou realiza algum esforço físico.

Nessas situações, ocorre um aumento da pressão dentro do abdome. Quando as estruturas responsáveis pela sustentação e pelo fechamento da uretra não funcionam adequadamente, a pressão sobre a bexiga supera a capacidade da uretra de permanecer fechada e ocorre o escape de urina.

espirro
A incontinência urinária de esforço ocorre quando a mulher tosse, ri, espirra ou faz algum esforço físico.

Diversos fatores podem favorecer o desenvolvimento da incontinência urinária de esforço, entre eles:

  • Gestação, independentemente da via de parto;
  • Partos vaginais;
  • Sobrepeso e obesidade;
  • Envelhecimento e menopausa;
  • Predisposição genética;
  • Doenças do tecido conjuntivo, como as síndromes de Marfan e Ehlers-Danlos;
  • Constipação intestinal crônica;
  • Tosse crônica;
  • Atividades físicas de alto impacto.

Esses fatores podem provocar alterações nos músculos, ligamentos e tecidos responsáveis pela sustentação da uretra e do assoalho pélvico, favorecendo a perda de urina durante os esforços.

incontinencia
A gestação, por si só, é um fator de risco para a incontinência urinária de esforço.

O que é incontinência urinária de urgência?

A incontinência urinária de urgência, também chamada de urgeincontinência, é a perda involuntária de urina que acontece após uma vontade súbita e difícil de controlar de urinar. Muitas vezes, a mulher não consegue chegar ao banheiro a tempo.

Esse tipo de perda urinária pode fazer parte da chamada síndrome da bexiga hiperativa, caracterizada principalmente pela urgência para urinar, geralmente acompanhada de aumento da frequência urinária e necessidade de acordar durante a noite para ir ao banheiro.

Em algumas pacientes, os sintomas estão relacionados a contrações involuntárias do músculo detrusor, que envolve a bexiga. Quando essas contrações são identificadas durante o estudo urodinâmico, recebem o nome de hiperatividade detrusora.

bexiga hiperativa
Na incontinência urinária de urgência, há uma contração involuntária do músculo detrusor, que expulsa a urina.

Algumas condições podem estar associadas ao aparecimento ou à piora dos sintomas urinários, como:

  • Diabetes;
  • Infecção urinária;
  • Doenças neurológicas, como doença de Parkinson, esclerose múltipla, AVC e lesões da medula espinhal.

Entretanto, muitas mulheres apresentam bexiga hiperativa sem que seja identificada uma doença específica como causa.

Alguns hábitos e alimentos também podem piorar os sintomas em determinadas pacientes, principalmente:

  • Cafeína, presente no café, chá-preto, chá-verde, chá-mate, bebidas energéticas e alguns refrigerantes;
  • Bebidas alcoólicas;
  • Alimentos ácidos ou cítricos;
  • Alimentos muito condimentados ou apimentados;
  • Tabagismo.

Identificar esses fatores é importante porque o tratamento da incontinência urinária de urgência é diferente daquele utilizado na incontinência urinária de esforço.

O que é incontinência urinária mista?

A incontinência urinária mista acontece quando a mesma mulher apresenta características da incontinência urinária de esforço e da incontinência urinária de urgência.

Assim, a mulher pode perder urina ao tossir, espirrar, rir ou fazer atividades físicas, mas também apresentar uma vontade súbita e difícil de controlar de urinar, podendo perder urina antes de chegar ao banheiro.

Nesses casos, é importante identificar qual dos dois tipos de incontinência causa mais incômodo, pois isso ajuda a definir qual tratamento deve ser priorizado.

O tratamento pode envolver diferentes estratégias e deve ser individualizado de acordo com os sintomas apresentados por cada paciente.

O que é incontinência urinária por transbordamento?

A incontinência urinária por transbordamento acontece quando a bexiga não consegue se esvaziar adequadamente e permanece com uma grande quantidade de urina em seu interior.

Isso pode ocorrer por dois mecanismos principais: uma obstrução à saída da urina ou uma dificuldade do músculo da bexiga, chamado detrusor, de se contrair com força suficiente para promover o esvaziamento.

Como consequência, a urina vai se acumulando até que a bexiga fique excessivamente cheia e ocorram pequenos escapes involuntários, como se ela estivesse “transbordando”.

Nos homens, uma das causas mais comuns de obstrução é o aumento da próstata. Nas mulheres, a dificuldade para esvaziar a bexiga pode estar relacionada a condições como prolapso genital, alterações após algumas cirurgias pélvicas ou, mais raramente, massas e tumores da pelve.

Já a diminuição da capacidade de contração do detrusor pode estar associada a diabetes, doenças neurológicas, uso de determinados medicamentos e alterações relacionadas ao envelhecimento.

Além das perdas de urina, a pessoa pode apresentar jato urinário fraco, dificuldade para começar a urinar, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e necessidade de urinar várias vezes em pequenas quantidades.

O que é incontinência urinária por fístula?

A incontinência urinária por fístula ocorre quando se forma uma comunicação anormal entre o sistema urinário e o trato genital feminino, permitindo que a urina saia involuntariamente pela vagina.

Um dos principais exemplos é a fístula vesicovaginal, na qual se forma um pequeno canal comunicando diretamente a bexiga com a vagina. Como consequência, a mulher geralmente apresenta uma perda contínua de urina pela vagina, inclusive quando não está fazendo esforço ou sentindo vontade de urinar.

Também existem outros tipos de fístula urinária, como a fístula ureterovaginal, que estabelece uma comunicação entre o ureter e a vagina.

As fístulas urinárias podem surgir após cirurgias pélvicas, radioterapia, traumatismos ou em decorrência de algumas doenças, incluindo tumores ginecológicos.

O tratamento depende da localização, do tamanho e da causa da fístula e, em muitos casos, pode ser necessária uma cirurgia para fechar essa comunicação e interromper a perda de urina.

Como é feito o diagnóstico da incontinência urinária?

O diagnóstico da incontinência urinária começa com uma avaliação detalhada dos sintomas e do histórico da paciente, associada ao exame físico e ginecológico. Em muitos casos, essas informações já permitem identificar o tipo de perda urinária.

Durante a consulta, é importante entender quando a urina escapa, por exemplo, ao tossir ou fazer esforço, após uma vontade súbita de urinar ou de forma contínua. Também são avaliados a frequência das micções, o número de episódios de perda, o uso de medicamentos e outras doenças que possam interferir no funcionamento da bexiga.

A avaliação pode incluir exames de urina para afastar uma infecção urinária, que pode provocar ou piorar sintomas como urgência, aumento da frequência urinária e perda de urina. A urocultura pode ser solicitada quando houver suspeita de infecção.

Em algumas pacientes, também pode ser necessário realizar o estudo urodinâmico, exame que avalia o funcionamento da bexiga e da uretra durante o enchimento e o esvaziamento da bexiga. Ele é especialmente útil quando existem dúvidas sobre o tipo de incontinência, sintomas mais complexos ou em determinadas situações antes do tratamento cirúrgico.

Outros exames podem ser solicitados de acordo com os sintomas, os achados do exame físico e as características de cada paciente.

Como é feito o tratamento da incontinência urinária?

O tratamento da incontinência urinária depende principalmente do tipo de perda de urina, da intensidade dos sintomas e do impacto que eles causam na qualidade de vida da mulher.

Por isso, não existe um único tratamento para todas as pacientes. Entre as principais opções estão:

  • Fisioterapia do assoalho pélvico: ajuda a fortalecer e melhorar o funcionamento dos músculos responsáveis pela continência urinária. É especialmente importante no tratamento da incontinência urinária de esforço.
  • Cirurgia de sling: indicada principalmente para mulheres com incontinência urinária de esforço que apresentam indicação de tratamento cirúrgico. Na cirurgia, uma pequena fita é posicionada abaixo da uretra para proporcionar suporte durante situações de aumento da pressão abdominal.
  • Medicamentos: utilizados principalmente no tratamento da bexiga hiperativa e da incontinência urinária de urgência. Existem diferentes classes de medicamentos capazes de reduzir a urgência, a frequência urinária e os episódios de perda.
  • Estrogênio vaginal: pode ser utilizado em algumas mulheres após a menopausa que apresentam síndrome geniturinária da menopausa associada aos sintomas urinários. O tratamento melhora as condições dos tecidos da vulva, vagina e trato urinário inferior.
  • Aplicação de toxina botulínica (Botox) na bexiga: pode ser indicada em alguns casos de bexiga hiperativa, principalmente quando outros tratamentos não proporcionaram o resultado esperado. A toxina reduz temporariamente a atividade excessiva do músculo detrusor.
  • Mudanças de hábitos: reduzir o consumo excessivo de cafeína, adequar a ingestão de líquidos, tratar a constipação, controlar o peso e realizar treinamento da bexiga podem ajudar, dependendo do tipo de incontinência.

Em casos selecionados, existem ainda outras opções de tratamento. O mais importante é identificar corretamente o tipo de incontinência urinária, pois um tratamento indicado para a perda aos esforços pode não funcionar para a perda causada pela urgência.

Laser íntimo trata incontinência urinária?

O laser íntimo vem sendo estudado como uma possível opção para o tratamento da incontinência urinária, principalmente nos casos leves de incontinência urinária de esforço. No entanto, as evidências científicas disponíveis ainda são limitadas.

O laser provoca um aquecimento controlado dos tecidos vaginais, estimulando a remodelação do colágeno. A partir desse mecanismo, surgiu a hipótese de que o procedimento poderia melhorar as características dos tecidos ao redor da uretra e contribuir para a redução das perdas urinárias.

Entretanto, estudos realizados com laser de CO₂ ainda não demonstraram de forma consistente que o procedimento seja superior ao tratamento placebo para a incontinência urinária de esforço.

Por esse motivo, atualmente o laser íntimo não é considerado um tratamento de primeira linha para incontinência urinária e não deve substituir tratamentos já estabelecidos, como a fisioterapia do assoalho pélvico e, quando indicada, a cirurgia de sling.

A indicação deve ser individualizada, levando em consideração o tipo de incontinência urinária, a intensidade dos sintomas e as demais opções de tratamento disponíveis.

laser de co2

Como é feita a cirurgia de sling para incontinência urinária?

A cirurgia de sling é um dos principais tratamentos cirúrgicos para a incontinência urinária de esforço. A palavra sling significa “faixa” e faz referência à pequena fita utilizada durante o procedimento.

Na cirurgia, essa fita é posicionada abaixo da uretra, funcionando como um suporte. Quando a mulher tosse, espirra, ri ou realiza algum esforço físico, o sling ajuda a impedir o escape involuntário de urina.

Existem diferentes técnicas para a colocação do sling. Uma delas é o sling transobturatório (TOT), no qual são realizados um pequeno corte na vagina e pequenas incisões na região das virilhas. Por meio dessas incisões, instrumentos específicos permitem a passagem e o posicionamento da fita abaixo da uretra.

O sling é posicionado cuidadosamente sem comprimir excessivamente a uretra, proporcionando suporte durante os esforços e, ao mesmo tempo, permitindo que a mulher continue esvaziando a bexiga normalmente.

A maior parte do procedimento é realizada por via vaginal, sem cortes no abdome. Os pontos são feitos com fios absorvíveis e, portanto, não precisam ser retirados durante o pós-operatório.

A cirurgia é realizada em centro cirúrgico. A anestesia pode ser raquianestesia associada à sedação ou anestesia geral, dependendo da avaliação médica e anestésica. Na maioria dos casos, a paciente pode receber alta no mesmo dia ou no dia seguinte.

Como é a recuperação após a cirurgia de sling?

O pós-operatório da cirurgia de sling costuma apresentar pouco desconforto, e as atividades leves do dia a dia podem ser retomadas progressivamente.

Durante o período de cicatrização, entretanto, é necessário evitar relações sexuais por aproximadamente 30 a 45 dias e atividades físicas intensas e levantamento de peso por cerca de 45 a 60 dias, ou pelo período determinado pelo ginecologista.

Também é importante observar se a paciente consegue urinar e esvaziar adequadamente a bexiga, principalmente nos primeiros dias após a cirurgia.

O que fazer para melhorar a incontinência urinária?

Algumas mudanças de hábitos podem ajudar a reduzir os episódios de perda de urina e fazem parte do tratamento da incontinência urinária. No entanto, as recomendações variam de acordo com o tipo de incontinência e os sintomas de cada mulher.

Entre as principais medidas estão:

  • Fortalecer o assoalho pélvico: os exercícios para a musculatura do assoalho pélvico, popularmente conhecidos como exercícios de Kegel, são especialmente importantes na incontinência urinária de esforço. O ideal é aprender a realizá-los corretamente com a orientação de um fisioterapeuta especializado em fisioterapia pélvica.
  • Parar de fumar: além de estar associado a sintomas urinários, o tabagismo pode provocar tosse crônica, aumentando repetidamente a pressão sobre o assoalho pélvico.
  • Reduzir a cafeína: café, alguns chás, bebidas energéticas e refrigerantes podem aumentar a urgência e a frequência urinária, principalmente em mulheres com bexiga hiperativa.
  • Observar alimentos e bebidas que pioram os sintomas: bebidas alcoólicas, alimentos cítricos, apimentados ou muito condimentados podem piorar os sintomas urinários em algumas mulheres. Não é necessário retirar todos esses alimentos da dieta caso eles não provoquem sintomas.

vinho
Evitar ou reduzir o consumo de álcool pode ajudar a diminuir a incontinência urinária.

  • Tratar a constipação intestinal: fazer força repetidamente para evacuar aumenta a pressão exercida sobre o assoalho pélvico e pode contribuir para a piora da incontinência.
  • Perder peso, quando houver sobrepeso ou obesidade: a redução do peso diminui a pressão exercida sobre o assoalho pélvico e pode ajudar a reduzir os episódios de perda urinária.
  • Manter uma hidratação adequada: beber pouca água não é uma boa estratégia para evitar as perdas. Uma urina muito concentrada pode aumentar a irritação da bexiga e piorar sintomas de urgência em algumas pacientes.
  • Treinar a bexiga quando indicado: mulheres com bexiga hiperativa podem se beneficiar do treinamento vesical, que consiste em estabelecer intervalos programados para urinar e aumentá-los progressivamente.

Essas medidas podem melhorar bastante os sintomas, mas não substituem uma avaliação médica quando a perda de urina é frequente, causa incômodo ou interfere na qualidade de vida.

agua
Beber água aumenta a capacidade da bexiga, reduzindo perdas urinárias.

Quando procurar um ginecologista por perda de urina?

Se você apresenta perda involuntária de urina, principalmente quando os episódios são frequentes ou começam a interferir na sua qualidade de vida, é importante procurar uma avaliação médica.

Olá! Sou a Dra. Giulia Cerutti, médica ginecologista com experiência no diagnóstico e no tratamento da incontinência urinária feminina.

Durante a consulta, avalio como acontecem as perdas de urina para identificar o tipo de incontinência e definir o tratamento mais adequado. Dependendo do caso, o tratamento pode envolver mudanças de hábitos, fisioterapia do assoalho pélvico, medicamentos ou procedimentos cirúrgicos, como a cirurgia de sling para incontinência urinária de esforço.

Acredito em um atendimento individualizado e baseado em evidências científicas. Por isso, explico as diferentes possibilidades de tratamento, seus benefícios e limitações, para que possamos decidir juntas qual é a melhor estratégia para o seu caso.

Os atendimentos são realizados em consultório particular no bairro da Consolação, em São Paulo (SP).

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